5 de dez de 2009

Experimentando varias possibilidades de montagem com os isopores











Visualidade Ambulante
isopores revestidos com fita adesiva colorida

Crítica do Camillo Osorio, O GLOBO/ RJ, 2005

8 de jun de 2009

Galpão de Artes de Marabá, 2008

















Série Trapiche, 2008
madeira de embarcação, caibros e parafusos.
300 x 250 x 10 cm

Arte Pará 2007, Museu do Estado, Belém-PA


Alcance, 2007
site specific
madeira de embarcação e vigas
750 x 300 cm

Horizonte Vazado, 2007
nylon e madeira
300 x 43 cm (cada)

Horizonte Vazado, 2007
nylon e madeira
173 x 300 cm

Pinturas


Sem Título, 2007
acrílica sobre tela
110 x 135 cm

Sem Título, 2008
acrilica sobre tela
100 x 120 cm

Sem Título, 2009
acrílica sobre tela
105 x 125 cm

Sem Título, 2009
acrílica sobre tela
80 x 100 cm

Cartas, 2009
acrílica sobre tela
120 x 120 cm

Exposição Margem, 2007, Galeria Lurixs - RJ


Série Trapiche, 2007
madeira de embarcação e caibros
196 x 104 cm

Série Trapiche, 2007
madeira de embarcação e caibros
196 x 104 cm

Série Vestígios, 2006
fotografia
60 x 90 cm

Série Vestígios, 2006
fotografia
60 x 90 cm

Série Vestígios, 2006
fotografia
60 x 90 cm

Instalação Margem, 2006

A idéia do trabalho surge a partir de um fragmento de texto do poeta paraense João de Jesus Paes Loureiro: "Entre o rio e a floresta, o infinito". Compreendo que nesse infinito encontra-se a margem, definida em seu conceito geográfico como o encontro da água com a terra.
A peça que compõe o trabalho é uma estrutura que serve como contrapiso no fundo de uma canoa, embarcação usada como veículo de ligação entre as margens. Por isso optei por essa montagem, onde o trabalho se acomoda entre o chão e a parede que, mesmo partindo de uma estrutura rígida, dá uma idéia de fluidez.

Montando o trabalho no Galpão de Artes de Marabá

Vestígios, Intervenção Urbana, 2006


Intervenção urbana, realizada na cidade de Belo Horizonte-MG, em 2006.
Composta de objetos de madeira e cal em pó.

7 de jun de 2009


Vista geral da intervenção

Vestígios, Museu de Arte da Pampulha - 2006


Sem interferência direta no objeto achado, Marcone Moreira o instala no espaço expositivo para imediatamente dar início a uma série de construções efêmeras que sinalizam uma certa demarcação da geometria sugerida pelo próprio objeto. Nesse processo de desenho, com pó de mármore, as formas demarcadas no chão evidenciam a contraforma, o vazio.

Estruturas de madeira e pó de mármore

Estrutura de madeira e pó de mármore

Vestígios, Museu de Arte da Pampulha - 2006


Montagem de painel realizado com tinta spray e estrutura de madeira

Sacrifício, 2005
madeira de carroceria e parafusos
180 x 202 cm

Corrosivo, 2005
chapas de ferro rebitadas
90 x 71 cm

Fêmea, II, 2005
madeira de carroceria e parafusos
150 x 180 cm

6 de jun de 2009


Azul da Cor do Mar, 2005
madeira de embarcação
38 x 195 x 210 x cm

Bicho Soto, 2005
papelão colado s/ madeira
65 x 180 cm

Similares, 2004
madeira de carroceria e nylon
40 x 66 cm

Máscara II, 2004
madeira de carroceria
56 x 26 cm

Negros, 2004
madeira de carroceria
66 x 67 cm

Marabares, 2003
madeira de carroceria
59 x 84 cm

Esteio, 2003
madeira de carroceria
102 x 67 cm

Da Série Precaução, 2003
fragmento de carroceria
40 x 58 cm

Sem Título, 2003
Madeira de carroceria
37 x 73 cm